quarta-feira, 7 de julho de 2010

Vale do Desespero

Liberta-te coração exilado

Livra sua alma desse tormento

Deixa sua alma ser beijada pelo vento

E levada pelo mar.

O desespero sufocante

A negação constante

Faça com que essa maldição desapareça

Com que essa alma nos meus olhos não permaneça

Faça com que essa alma descanse em paz!

Me abrigo na escuridão

Fazendo preces então

Por ser uma menina má

A escuridão me assoberba

O ódio tende a me subir a cabeça

A raia se torna meu lar.

Versos e versos se repetem

Nas costas um peso inigualável

Incansavelmente eu choro

Loucamente eu grito

Tentando diminuir esse peso

Mais é inútil! No vale do desespero eu me perco, e nunca mais me encontrarei !

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